Em 17 de Agosto de 1912, o recém fundado grupo de “Boy Scouts”da União Cristã da Mocidade, que viria a ser o primeiro da Associação dos Escoteiros de Portugal, realizou uma sessão de divulgação do “scouting”, em que foram oradores Frank Giles, chefe daquela unidade, e o dr. Joaquim Leite Jr. Nos prospectos de propaganda da sessão, este foi apresentado como o “iniciador dos Boy Scouts em Coimbra”.
O dr. Leite Jr. enalteceu a causa dos ”Boy Scouts” como uma obra altamente educativa e moralizadora, evidenciando como um trabalho deste género é um benefício valioso com que a Pátria muito tem a lucrar.
Referiu-se também à passagem por Coimbra do Presidente da República, quando reitor da Universidade, à sua simpatia pelo Batalhão Infantil Voluntário da Paz, e disse que esperava que se mantivesse a mesma simpatia por essa causa.
Foi o reverendo Eduardo Moreira quem chamou a atenção para este “Batalhão Infantil”, em artigo publicado em “Sempre Pronto” em Abril de 1973, dizendo que o dr. Leite Jr. formara este agrupamento em 1907, em Paço de Botão, referindo uma fotografia “com treze dos rapazinhos e o seu tambor…”
Se o “scoutmaster” do Primeiro Grupo apresenta o dr. Joaquim Leite Jr. como iniciador dos “boy scouts” em Coimbra, não estará essa iniciação relacionada com o Batalhão da Paz? Lembremo-nos, como veremos adiante, que por esta altura eram imaginadas inúmeras designações para o termo inglês “boy scouts”.
A admitirmos esta hipótese, teríamos de concluir que o primeiro ensaio do “scouting” em Portugal teria sido feito a partir do ano de 1907, logo no início do Movimento e em Coimbra. Não será de estranhar este conhecimento tão precoce do “scouting”, sabendo-se que o dr. Leite Jr. era amigo e cooperador dos súbditos britânicos S.E. Mac Nair e dr. John Opie, figuras muito conhecidas na capital do Mondego, por serem leitores de inglês na Universidade.
(extraído de História dos Escoteiros de Portugal, de Eduardo Ribeiro – Cap.IV)
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
sábado, 6 de dezembro de 2008
CONTACTOS
Fraternal dos Antigos Escoteiros de Portugal
Rua de S. Paulo, n.º 254, 1.º
1200-430 Lisboa
Portugal
Telefone (00 351) 21 347 70 25
faep.nacional@gmail.com
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A FRATERNAL DOS ANTIGOS ESCOTEIROS DE PORTUGAL
A FAEP foi criada em 11 de Março de 1950, como Departamento da ASSOCIAÇÃO DOS ESCOTEIROS DE PORTUGAL (AEP), para o estudo e divulgação do Movimento Escotista e, especialmente dedicada a congregar os Antigos Escoteiros, de acordo com os art. 22.º e 23.º dos seus Estatutos de então.
A FAEP, é actualmente uma instituição dotada de identidade própria e personalidade jurídica, de acordo com os seus novos Estatutos, aprovados em 30/10/99.
Mantém os mesmos laços e afinidades com a AEP, a qual, na sua Conferência Nacional de 9-10/12/2000, deu o seu pleno acordo à alteração estatutária e reconheceu, por aclamação, os mesmos princípios e direitos que a FAEP detinha.
A AEP distinguiu a FAEP com a Lis de Prata, em 11/3/2000 e posteriormente veio a considerá-la como Sócio-Honorário, (C. N. de 24-25/11/2001).
A MISSÃO da Fraternal dos Antigos Escoteiros de Portugal é:
1. Reunir antigos escoteiros com vontade de continuar a viver o espírito escotista;
A FAEP, é actualmente uma instituição dotada de identidade própria e personalidade jurídica, de acordo com os seus novos Estatutos, aprovados em 30/10/99.
Mantém os mesmos laços e afinidades com a AEP, a qual, na sua Conferência Nacional de 9-10/12/2000, deu o seu pleno acordo à alteração estatutária e reconheceu, por aclamação, os mesmos princípios e direitos que a FAEP detinha.
A AEP distinguiu a FAEP com a Lis de Prata, em 11/3/2000 e posteriormente veio a considerá-la como Sócio-Honorário, (C. N. de 24-25/11/2001).
A MISSÃO da Fraternal dos Antigos Escoteiros de Portugal é:
1. Reunir antigos escoteiros com vontade de continuar a viver o espírito escotista;
2. Encoraqjá-los a guardar sempre bem vivo o espírito da Promessa e da Lei, tal como estabelecidos por Baden-Powell;
3. Ajudá-los a introduzir esse espírito nas comunidades em que vivem e trabalham, prestando serviço efectivo a essas comunidades;
4. Dar suporte activo ao Movimento Escotista, através da Associação dos Escoteiros de Portugal.
Os seus membros podem ser:
a) membros individuais:
- antigos escoteiros e escoteiras;
- dirigentes ou escoteiros activos adultos;
- outras pessoas que não tendo pertencido ao escotismo se comprometam com os fins da associação.
b) membros colectivos:
- grupos de escoteiros da AEP;
- entidades que apoiem o Movimento Escotista.
A FAEP tem como órgãos nacionais (eleitos trienalmente em Conselho Nacional):
a) O Conselho Nacional
b) O Conselho Director
c) O Conselho Fiscal e Jurisdicional
A FAEP para melhor desempenhar a sua acção ao nível local, organiza-se em Núcleos Locais, junto de um ou mais grupos da AEP.
Em cada Núcleo, existe uma Equipa Coordenadora, eleita trienalmente pelos membros do Núcleo.
Para estabelecer uma melhor ligação entre os Núcleos Locais de uma determinada região, o Conselho Director poderá nomear delegados, que o representam localmente.
Dentro da limitação de disponibilidade dos seus associados, a FAEP desenvolve um leque variado de actividades, aos vários níveis, seguindo os ideais do Espírito Escotista e do Escotismo Adulto.
• Reforço do companheirismo, da coesão e da dinâmica de grupo;
• Acções de formação contínua;
• Apoio a actividades de protecção da natureza e do ambiente;
• Boas Acções colectivas;
• Apoio a actividades da AEP, a todos os níveis;
• Apoio a actividades de Protecção Civil;
• Apoio comunitário;
• Acampamentos;
• Caminhadas;
• Encontros de confraternização e reforço de amizades.
Núcleos Locais - a FAEP junto dos Grupos
Idealmente, os Núcleos Locais da FAEP nascem junto de Grupos da AEP, dos quais é oriunda a maioria dos seus associados.
Esta proximidade e ligação natural ao Grupo traz duas grandes vantagens para a AEP.
1.ª - Desenvolvendo acções ou actividades sociais conjuntas com escoteiros, sempre que solicitado e em ligação com os seus dirigentes, sendo, assim, uma valiosa fonte de recursos humanos com conhecimento e experiência sobre a prática escotista.
2.ª - A continuidade de uma ligação ao Escotismo, após a saída da AEP por motivos pessoais e/ou profissionais, cria mais oportunidades e sentimentos para que, mais tarde, estes adultos queiram regressar ao activo na AEP, como dirigentes.
O Escotismo Adulto em Portugal
A Fraternal dos Antigos Escoteiros de Portugal (FAEP) integra conjuntamente com a Associação das Antigas Guias (AAG), fundada em 29/3/92 e a Fraternidade Nuno Alvares (FNA) fundada em 30/3/55, o COMITÉ PORTUGUÊS DOS ANTIGOS ESCOTEIROS E GUIAS (designado por AEG) fundado em 6/7/92, entidade que tem como finalidade representar os Antigos Escoteiros e Guias de Portugal, perante as instâncias internacionais, especialmente no relacionamento oficial com a ISGF/AISG.
Como deve a FAEP interagir com a AEP?
A interacção da FAEP com a AEP pressupõe que haja sempre, da parte desta (das Regiões ou dos Grupos), convite dirigido à FAEP.
Esta interacção deve reflectir, a todo o momento, o carácter de apoio activo à AEP que é parte da MISSÃO da FAEP.
Este apoio activo pode traduzir-se…
• Na preparação de grandes acampamentos ou actividades;
• Na reparação de sedes, na sua construção ou na montagem de exposições;
• No contacto com as autoridades locais ou outras entidades;
• Apoios em campanhas de angariação de fundos, para qualquer nível da AEP.
• Colaboração pontual em actividades de formação informal.
• Organização de arquivos e trabalhos administrativos, etc., etc.
UMA VEZ ESCOTEIRO, SEMPRE ESCOTEIRO
Os seus membros podem ser:
a) membros individuais:
- antigos escoteiros e escoteiras;
- dirigentes ou escoteiros activos adultos;
- outras pessoas que não tendo pertencido ao escotismo se comprometam com os fins da associação.
b) membros colectivos:
- grupos de escoteiros da AEP;
- entidades que apoiem o Movimento Escotista.
A FAEP tem como órgãos nacionais (eleitos trienalmente em Conselho Nacional):
a) O Conselho Nacional
b) O Conselho Director
c) O Conselho Fiscal e Jurisdicional
A FAEP para melhor desempenhar a sua acção ao nível local, organiza-se em Núcleos Locais, junto de um ou mais grupos da AEP.
Em cada Núcleo, existe uma Equipa Coordenadora, eleita trienalmente pelos membros do Núcleo.
Para estabelecer uma melhor ligação entre os Núcleos Locais de uma determinada região, o Conselho Director poderá nomear delegados, que o representam localmente.
Dentro da limitação de disponibilidade dos seus associados, a FAEP desenvolve um leque variado de actividades, aos vários níveis, seguindo os ideais do Espírito Escotista e do Escotismo Adulto.
• Reforço do companheirismo, da coesão e da dinâmica de grupo;
• Acções de formação contínua;
• Apoio a actividades de protecção da natureza e do ambiente;
• Boas Acções colectivas;
• Apoio a actividades da AEP, a todos os níveis;
• Apoio a actividades de Protecção Civil;
• Apoio comunitário;
• Acampamentos;
• Caminhadas;
• Encontros de confraternização e reforço de amizades.
Núcleos Locais - a FAEP junto dos Grupos
Idealmente, os Núcleos Locais da FAEP nascem junto de Grupos da AEP, dos quais é oriunda a maioria dos seus associados.
Esta proximidade e ligação natural ao Grupo traz duas grandes vantagens para a AEP.
1.ª - Desenvolvendo acções ou actividades sociais conjuntas com escoteiros, sempre que solicitado e em ligação com os seus dirigentes, sendo, assim, uma valiosa fonte de recursos humanos com conhecimento e experiência sobre a prática escotista.
2.ª - A continuidade de uma ligação ao Escotismo, após a saída da AEP por motivos pessoais e/ou profissionais, cria mais oportunidades e sentimentos para que, mais tarde, estes adultos queiram regressar ao activo na AEP, como dirigentes.
O Escotismo Adulto em Portugal
A Fraternal dos Antigos Escoteiros de Portugal (FAEP) integra conjuntamente com a Associação das Antigas Guias (AAG), fundada em 29/3/92 e a Fraternidade Nuno Alvares (FNA) fundada em 30/3/55, o COMITÉ PORTUGUÊS DOS ANTIGOS ESCOTEIROS E GUIAS (designado por AEG) fundado em 6/7/92, entidade que tem como finalidade representar os Antigos Escoteiros e Guias de Portugal, perante as instâncias internacionais, especialmente no relacionamento oficial com a ISGF/AISG.
Como deve a FAEP interagir com a AEP?
A interacção da FAEP com a AEP pressupõe que haja sempre, da parte desta (das Regiões ou dos Grupos), convite dirigido à FAEP.
Esta interacção deve reflectir, a todo o momento, o carácter de apoio activo à AEP que é parte da MISSÃO da FAEP.
Este apoio activo pode traduzir-se…
• Na preparação de grandes acampamentos ou actividades;
• Na reparação de sedes, na sua construção ou na montagem de exposições;
• No contacto com as autoridades locais ou outras entidades;
• Apoios em campanhas de angariação de fundos, para qualquer nível da AEP.
• Colaboração pontual em actividades de formação informal.
• Organização de arquivos e trabalhos administrativos, etc., etc.
UMA VEZ ESCOTEIRO, SEMPRE ESCOTEIRO
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